30.8.09
112 - CIÊNCIA E TEMPERANÇA
do livro VINHA DE LUZ
psicografado por FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
pelo espÃrito EMMANUEL
“E à ciência, a temperança; à temperança,
a paciência; à paciência, a piedade.”
- (II PEDRO, 1:6.)
Â
Quem sabe precisa ser sóbrio.
Não vale saber para destruir.
Muita gente, aos primeiros contactos com a fonte do conhecimento, assume atitudes contraditórias.
Impondo idéias, golpeando aqui e acolá, semelhantes expositores do saber nada mais realizam que a perturbação.
É por isso que a ciência, em suas expressões diversas, dá mão forte a conflitos ruinosos ou inúteis em polÃtica, filosofia e religião.
Quase todos os desequilÃbrios do mundo se originam da intemperança naqueles que aprenderam alguma coisa.
Não esqueçamos.
Toda ciência, desde o recanto mais humilde ao mais elevado da Terra, exige ponderação.
O homem do serviço de higiene precisa temperança, a fim de que a sua vassoura não constitua objeto de tropeço, tanto quanto o homem de governo necessita sobriedade no lançamento das leis, para não conturbar o espÃrito da multidão.
E não olvidemos que a temperança, para surtir o êxito desejado, não pode eximir-se à paciência, como a paciência, para bem demonstrar-se, não pode fugir à piedade, que é sempre compreensão e concurso fraternal.
Se algo sabes na vida, não te precipites a ensinar como quem tiraniza, menosprezando conquistas alheias.
Examina as situações caracterÃsticas de cada um e procura, primeiramente, entender o irmão de luta.
Saber não é tudo.
É necessário fazer.
E para bem fazer, homem algum dispensará a calma e a serenidade, imprescindÃveis ao êxito, nem desdenhará a cooperação, que é a companheira dileta do amor.



criado por Sérgio de Souza
11:33 — Arquivado em: 


