Espiritismo

A proposta desse blog é estudar a Doutrina Espírita postando material pertinente e de estímulo e incentivo ao aprendizado. Quem quizer ajudar com sugestões ou material pode enviar para:doutrinaespirita@gmail.com

28.9.07

CARIDADE E ESPERANÇA

Lembra-te da esperança para que a tua caridade não se faça incompleta.

Darás ao faminto, não somente a côdea de pão que lhe mitigue a fome, mas também o carinho da palavra fraterna, com que se lhe restaurem as energias.

Não apenas entregarás ao companheiro, abandonado à intempérie, a peça que te sobra ao vestiário opulento, mas agasalhá-lo-ás em teu sorriso espontâneo a fim de que se reerga e prossiga adiante, revigorado e tranqüilo.

Não olvides a paciência divina com que somos tolerados a cada hora.

Qual acontece ao campo da natureza, em que o Sol mil vezes injuriado pela treva, mil vezes responde com a bênção da luz, dentro de nossa vida, assinalamos a caridade infinita de Deus, refazendo-nos a oportunidade de servir e aprender, resgatar e sublimar todos os dias.

Não te faças palmatória dos próprios irmãos, aos quais deves a compreensão e a bondade de que recebes as mais elevadas quotas do Céu, na forma de auxílio e misericórdia, em todos os instantes da experiência.

Não profiras maldição nem espalhes o tóxico da crítica, no obscuro caminho em que jornadeiam amigos menos ditosos, ainda incapazes de libertarem a si mesmos das algemas da ignorância.

Recorda que Jesus nos chamou à senda terrestre para auxiliar e salvar, onde muitos já desertaram da confiança no eterno bem.

Seja onde for e com quem for, atende à esperança para que o mundo conquiste a vitória a que se destina.

Aliviar com azedume é alargar a ferida de quem padece e dar com reprimendas é envolver o socorro em repulsivo vinagre de desânimo ou desespero.

À maneira de raio solar que desce à furna cada manhã, restaurando o império da luz, sem reclamação e sem mágoa, sê igualmente para os que te rodeiam a permanente mensagem do amor que tudo compreende e tudo perdoa, amparando e auxiliando sem descansar, porque somente pela força do amor alcançaremos a luz imperecível da vida.

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Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Caridade.

Ditado pelo Espírito Emmanuel. Araras, SP: IDE, 1978.

criado por Sérgio de Souza    8:08 — Arquivado em: Sem categoria

26.9.07

EM TORNO DA PROFISSÃO

A sua profissão é privilégio e aprendizado.

Se você puser amor naquilo que faz, para fazer os outros felizes, a sua profissão, em qualquer parte, será sempre um rio de bênçãos.

O seu cliente, em qualquer situação, é semelhante a árvore que produz, em seu favor, respondendo sempre na pauta do tratamento que recebe.

Toda tarefa corretamente exercida é degrau de promoção.

Em tudo aquilo que você faça, na atividade que o Senhor lhe haja concedido, você está colocando o seu retrato espiritual.

Se você busca melhorar-se, melhorando o seu trabalho, guarde a certeza de que o trabalho lhe dará vida melhor.

O essencial em seu êxito não é tanto aquilo que você distribui e sim a maneira pela qual você se decide servir.

Ninguém procura ninguém para adquirir condenação ou azedume.

Sempre que alguém se queixe de alguém, está criando empeços na própria estrada para o sucesso.

Toda pessoa que serve além do dever, encontrou o caminho para a verdadeira felicidade.

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Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Sinal Verde.

Ditado pelo Espírito André Luiz. 49a edição. Uberaba-MG: CEC, 2001.

criado por Sérgio de Souza    21:13 — Arquivado em: Sem categoria

25.9.07

FELICIDADE POSSÍVEL

Acreditavas que a felicidade seria semelhante a uma ilha fantástica de prazer constante e paz permanente.

Um lugar onde não houvesse preocupação, nem se apresentasse a dor; no qual os sorrisos brilhassem nos lábios, e a beleza engrinaldasse de festa as criaturas.

Uma felicidade feita de fantasias parecia ser a tua busca.

Planejastes a vida, objetivando encontrar esse reino encantado, onde, por fim, descansasses da fadiga, da aflição e fruísses a harmonia.

Passam-se anos, e somas frustrações, anotando desencantos e amarguras, sem anelada conquista.

Lentamente, entregas-te ao desânimo, e sentes que estás discriminado no mundo, quando vês as propagandas apresentadas pela mídia, nas quais desfilam os jovens, belos e jubilosos, desperdiçando saúde, robustez, corpos venusinos e apolíneos, usando cigarros e bebidas famosas, brincando em iates de luxo, ou exibindo-se em desportos da moda, invejáveis, triunfantes…

Crês que eles são felizes… 

Não sabes quanto custa, em sacrifício e dor, alcançar o topo da fama e permanecer lá.

Sob quase todos aqueles sorrisos, que são estudados, estão a face da amargura e as marcas do ressaibo, do arrependimento.

Alguns envenenaram a alma dos charcos por onde andaram, antes de serem conhecidos e disputados.

Muitos se entregaram a drogas perturbadoras, que lhes consomem a juventude, qual ocorreu com as multidões de outros, que os anteciparam e desapareceram.

Esquecidos e enfermos, aqueles que foram pessoas-objeto, amargam hoje a miséria a que se acolheram ou foram atirados. 

Felicidade, porém, é conquista íntima.

Todos os que se encontram na Terra, nascidos em berços de ouro ou de palha, homenageados ou desprezados, belos ou feios, são feitos do mesmo barro frágil de carne, e experimentam, de uma ou de outra forma, vicissitudes, decepções, doenças e desconforto.

Ninguém, no mundo terreno, vive em regime especial.

O que parece, não excede a imagem, a ilusão.

Se desejas ser feliz, vive, cada momento, de forma integral, reunindo as cotas de alegria, de esperança, de sonho, de bênção, num painel plenificador. As ocorrências de dor são experiências para as de saúde e de paz.

A felicidade não são coisas: é um estado interno, uma emoção.

Abençoa os acidentes de percurso, que denominas como desdita, segue na direção das metas, e verás quantas concessões de felicidade pela frente, aguardando por ti.

Quem avança monte acima, pisa pedregulhos que ferem os pés, mas também flores miúdas e verdejante relva, que teimam em nascer ali colocando beleza no chão.

Reúne essas florezinhas em um ramalhete, toma das pedras pequeninas fazendo colares, e descobrirás que, para a criatura ser feliz, basta amar e saber discernir, nas coisas e nos sucessos da marcha, a vontade de Deus e as necessidades para a evolução.

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Franco, Divaldo Pereira. Da obra: Momentos Enriquecedores.

Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis. Salvador, BA: LEAL, 1994.

criado por Sérgio de Souza    11:51 — Arquivado em: Sem categoria

A GRANDE PERGUNTA

E por que me chamais Senhor,

Senhor, e não fazeis o que eu digo?

- Jesus. (LUCAS, 6:46)

Em lamentável indiferença, muitas pessoas esperam pela morte do corpo, a fim de ouvirem as sublimes palavras do Cristo. Não se compreende, porém, o motivo de semelhante propósito.

O Mestre permanece vivo em seu Evangelho de Amor e Luz. É desnecessário aguardar ocasiões solenes para que lhe ouçamos os ensinamentos sublimes e claros.

Muitos aprendizes aproximam-se do trabalho santo, mas desejam revelações diretas. Teriam mais fé, asseguram displicentes, se ouvissem o Senhor, de modo pessoal, em suas manifestações divinas.

Acreditam-se merecedores de dádivas celestes e acabam considerando que o serviço do Evangelho é grande em demasia para o esforço humano e põem-se à espera de milagres imprevistos, sem perceberem que a preguiça sutilmente se lhes mistura à vaidade, anulando-lhes as forças.

Tais companheiros não sabem ouvir o Mestre Divino em seu verbo imortal. Ignoram que o serviço deles é aquele a que foram chamados, por mais humildes lhes pareçam as atividades a que se ajustam.

Na qualidade de político ou de varredor, num palácio ou numa choupana, o homem da Terra pode fazer o que lhe ensinou Jesus.

É por isso que a oportuna pergunta do Senhor deveria gravar-se de maneira indelével em todos os templos, para que os discípulos, em lhe pronunciando o nome, nunca se esqueçam de atender, sinceramente, às recomendações do seu verbo sublime.

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Xavier, Francisco Cândido.

Da obra: Caminho, Verdade e Vida. Ditado pelo Espírito Emmanuel.

17a edição. Lição 47. Rio de Janeiro, RJ: FEB.

criado por Sérgio de Souza    9:03 — Arquivado em: Sem categoria

24.9.07

NA LUTA VULGAR

"Pois aquilo que o homem semear,

isso também ceifará"

Paulo (Gálatas, 6:7)

Não é preciso morrer na carne para conhecer a lei das compensações.

Reparemos a luta vulgar.

O homem que vive na indiferença pelas dores do próximo, recebe dos semelhantes a indiferença pelas dores que lhe são próprias.

Afastemo-nos do convívio social e a solidão deprimente será para nós a resposta do mundo.

Se usamos a severidade para com os outros, seremos julgados pelos outros com rigor e aspereza.

Se praticamos em sociedade ou em família a hostilidade e a aversão, entre parentes e vizinhos encontraremos a antipatia e a desconfiança.

Se insultamos nossa tarefa com a preguiça, nossa tarefa relegar-nos-á à inaptidão.

Um gesto de carinho para com o desconhecido na via pública granjear-nos-á o concurso fraterno dos grupos anônimos que nos cercam.

Pequeninas sementeiras de bondade geram abençoadas fontes de alegria.

O trabalho bem vivido produz o tesouro da competência.

Atitudes de compreensão e gentileza estabelecem solidariedade e respeito, junto a nós.

Otimismo e esperança, nobreza de caráter e puras intenções atraem preciosas oportunidades de serviço, em nosso favor.

Todo dia é tempo de semear.

Todo dia é tempo de colher.

Não é preciso atravessar a sombra do túmulo para encontrar a justiça, face a face.

Nos princípios de causa e efeito, achamo-nos incessantemente sob a orientação dela, em todos os instantes de nossa vida.

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Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Fonte Viva.

Ditado pelo Espírito Emmanuel. 21a edição. Lição 160.

Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1997.

criado por Sérgio de Souza    22:31 — Arquivado em: Sem categoria

21.9.07

VOCÊ E OS OUTROS

Amigo, atendamos ao apelo da fraternidade.

Abra a própria alma às manifestações generosas para com todos os seres, sem trancar-se na torre de falsas situações, à frente do mundo.

A pretexto de viver com dignidade, não caminhe indiferente ao passo dos outros.

Busque relacionar-se com as pessoas de todos os níveis sociais, erguendo amigos além das fronteiras do lar, da fé religiosa e da profissão.

Evite a circunspecção constante e a tristeza sistemática que geram a frieza e sufocam a simpatia.

Não menospreze a pessoa mal vestida nem a pessoa bem posta.

Não crie exceções na gentileza, para com o companheiro menos experiente ou menos educado, nem humilhe aquele que atenta contra a gramática.

Não deixe meses, sem visitar e falar aos irmãos menos favorecidos, como quem lhe ignora os sofrimentos.

Não condiciones as relações com os outros ao paletó e à gravata, às unhas esmaltadas ou aos sapatos brilhantes, que possam mostrar.

Não se escravize a títulos convencionais nem amplie as exigências da sua posição em sociedade.

Dê atenção a quem lha peça, sem criar empecilhos.

Trave conhecimento com os vizinhos, sem solenidade e sem propósito de superioridade.

Faça amizades desinteressadamente.

Aceite o favor espontâneo e preste serviço, também sem pensar em remuneração.

Ninguém pode fugir à convivência da Humanidade.

Saiba viver com todos, para que o orgulho não lhe solape o equilíbrio.

Quem se encastela na própria personalidade é assim como o poço de água parada, que envenena a si mesmo.

Seja comunicativo.

Sorria à criança.

Cumprimente o velhinho.

Converse com o doente.

Liberte o próprio coração, destruindo as barreiras de conhecimento e fé, título e tradição, vestimenta e classe social, existentes entre você e as criaturas e a felicidade, que você fizer para os outros, será luz da felicidade sempre maior, brilhando em seu caminho.

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Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Apostilas da Vida.

Ditado pelo Espírito André Luiz. 5a edição. Araras, SP: IDE, 1993.

criado por Sérgio de Souza    14:55 — Arquivado em: Sem categoria

DONATIVO DO CORAÇÃO

Seja a tua palavra clarão que ampare, chama que aquece, apoio que escore e bálsamo que restaure.

*

Sempre que te disponhas a sair de ti mesmo para o labor da beneficência, não olvides o donativo da coragem! Auxilia ao próximo por todos os meios corretos ao teu alcance, mas, acima de tudo, ampara o companheiro de qualquer condição ou de qualquer procedência, a sentir-se positivamente nosso irmão, tão necessitado quanto nós da paciência e do socorro de Deus.

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Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Brilhe Vossa Luz.

Ditado pelo Espírito Emmanuel. 4a edição. Araras, SP: IDE, 1996.

criado por Sérgio de Souza    11:40 — Arquivado em: Sem categoria

19.9.07

IMPERATIVO DA PACIÊNCIA

Provável que raros amigos pensem nisto: paciência por imunização contra o suicídio.

Nas áreas da atividade humana, bastas vezes, surgem para a criatura determinados topos de provação para cuja travessia, nem sempre bastará o conhecimento superior. É necessário que a alma se apóie no bastão invisível da paciência, a fim de não resvalar em sofrimentos maiores.

Eis porque nos permitimos endereçar reiterados apelos aos irmãos domiciliados no Plano Físico a fim de que se dediquem ao cultivo da compreensão.

Se te encontras sob o impacto de conflitos domésticos, ante aqueles que se façam campo de vibrações negativas, usa a tolerância, quanto possível, em auxílio à segurança da equipe familiar a que te vinculas.

Nas decepções, sejam quais forem, reflete no valor da ponderação em teu próprio benefício.

Diante de golpes que te sejam desfechados, esquece injúrias e agravos e pensa nas oportunidades do trabalho que se te farão apoio defensivo contra o desespero.

Sob acusações que reconhece imerecidas, olvida o mal e não alimentes o fogo da discórdia.

Quando te falte atividade profissional, continua agindo, tanto quanto puderes, nas tarefas de auxílio espontâneo aos outros, aprendendo que atividade nobre atrai atividades nobres e, com isso, para breve, te reconhecerás em novos posicionamentos de serviço, segundo as tuas necessidades.

Se o desânimo te ameaça por esse ou aquele motivo, recorda a importância de teu concurso fraterno, em apoio de alguém, e não te dês ao luxo de paradas improdutivas.

Em qualquer obstáculo a transpor no caminho, conserva a paciência por escora e guia e, de pensamento confiante na Divina Providência, seguirás adiante, afastando para longe a tentação da fuga e reconhecendo, em tempo estreito, que há sempre um futuro melhor para cada um de nós e que, em todas as tribulações da existência, vale a pena esperar pelo socorro de Deus.

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Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Atenção.

Ditado pelo Espírito Emmanuel. 16a edição. Araras, SP: IDE, 1997.

criado por Sérgio de Souza    8:39 — Arquivado em: Sem categoria

10.9.07

ONDE QUER QUE ESTEJAS

Onde quer que estejas, não refugues a oportunidade de servir, nem te sintas tolhido pelas dificuldades que grassam ao teu redor;

Onde quer que estejas, ama sempre; não importa se os que te estão próximos estejam vinculados ao ódio e ao rancor. Quanto a ti, sê aquele que ama, perdoando;

Onde quer que estejas, e com quem estiveres, distribui a semente do Evangelho, bênção divina que conheces;

Onde quer que estejas, a ninguém ignores ou emules, quer sejam poderosos e ricos, quer sejam almas humildes à margem da vida; todos jazem, de uma ou de outra forma, aguardando a dádiva da tua compreensão;

Onde quer que estejas, ou aonde fores, leva contigo o tesouro que adquiriste nas páginas do Evangelho e divide-o com os que não o conhecem. Serve, onde quer que estejas, consciente de que és necessário, pois a seara é imensa e os trabalhadores de boa vontade são poucos. Não desperdices, nunca, as múltiplas oportunidades de plantar a semente da Boa Nova. Sê fiel ao mandato de cristão, cumpre-o onde quer que estiveres. Não te deixes intimidar pelas convenções sociais, nem faças concessões ao mundo leviano; honra tua condição de espírita, de cristão e filho de Deus. Não vises a recompensas onde estiveres trabalhando na seara do Cristo; não busques elogios, com quem estiveres falando em nome d’Ele; todavia, verás tuas bênçãos dilatadas e sanadas as chagas da tua alma, pela ação saneadora do Bem.

Onde quer que estiveres, e com quem estiveres, não armazenes dores, nem mágoas, não cultives peçonha, nem malicia. Ergue, em ti, o escudo protetor da oração e do Evangelho; constrói o bastião da caridade, da compaixão, por aqueles que despedaçaram, dentro de si, a fé e a esperança.

Apresenta-lhes o Evangelho, restaurando-lhes a fé vencida e a esperança escondida. Modifica-lhes os painéis mentais, valorizando-os como irmãos do Cristo. Assim, onde quer que estejas, não estarás só, e com quem quer que estiveres, também aí estará o Consolador.

Confia n’Ele, trabalhando e perseverando na escolha que fizeste: ser cristão. A tua escolha marcou-te com o sinal do Cristo, serve-O, em todos os momentos, em todos os lugares e com todos os que de ti se aproximarem.

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Lar Espírita Chico Xavier - Psicografado por Vera Cohim pelo Espírito Amélia

criado por Sérgio de Souza    8:30 — Arquivado em: Sem categoria

6.9.07

MOCIDADE

MOCIDADE É FORÇA.

Mas, se a força não estiver sob a direção da justiça, pode converter-se em caminho para a loucura.

MOCIDADE É PODER.

Entretanto, se o poder não aceita a orientação do bem, depressa se converte em tirania do mal.

MOCIDADE É LIBERDADE.

Todavia, se a liberdade foge à disciplina é, invariavelmente, a descida para deplorável situação.

MOCIDADE É CHAMA.

No entanto, se a chama não sofre o controle do proveito justo, em breve tempo se transformará em incêndio devastador.

MOCIDADE É CARINHO.

Mas, se o carinho não possui consciência de responsabilidade, pode ser veneno mortal para o coração.

MOCIDADE É BELEZA DA FORMA.

Contudo, se a beleza da forma não se enriquece com aprimoramento interior, não passa de máscara perecível.

MOCIDADE É O AMOR.

Entretanto, se o amor não se equilibra na sublimação da alma, cedo se transforma em paixão infeliz.

MOCIDADE É PRIMAVERA DE SONHOS.

Todavia, se a primavera de sonhos não se enobrece no trabalho digno, todo o nosso idealismo será simplesmente um campo de flores mortas.

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Se fé encontras na hora radiante da juventude, não te esqueças de que o tempo é o nosso julgador implacável.

A plantação de agora será colheita depois.

Nossas esperanças dia a dia se materializam nas obras a que nos destinamos.

A lei será sempre a lei.

Povoam-se e despovoam-se berços e túmulos, para que o Espírito, divino caminheiro, através da mocidade e da velhice do corpo terrestre – desenvolva, em si, as asas que o transportarão a cima da vida eterna.

Assim, pois, se realmente procuras a felicidade incorruptível, confia teu coração e tua mente ao Cristo Renovador, a fim de que, jovem hoje, te faças amanhã, o caráter sem jaça que lhe refletirá no mundo a Divina Vontade.

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Emmanuel

Extraído do Livro "Paz e Libertação"

Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

criado por Sérgio de Souza    16:17 — Arquivado em: Sem categoria

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