Espiritismo

A proposta desse blog é estudar a Doutrina Espírita postando material pertinente e de estímulo e incentivo ao aprendizado. Quem quizer ajudar com sugestões ou material pode enviar para:doutrinaespirita@gmail.com

31.1.07

JAMAIS O ABORTO

A liberdade que prezas

Por galardão de tua vida,

Quantas vezes a arrevesas,

Fazendo-a mais reduzida?

=O=O=O=

Se te proclamas, ufano,

Defensor dos inocentes,

Não te apresentes insano

Entre os mais indiferentes.

=O=O=O=

Aborto! Jamais o faças

Resolução de problemas,

Pois, pelo ser que rechaças,

Terás a dor como algemas.

=O=O=O=

Aborto! Nunca cogites

Dessa trama inferior.

Por mais na agrura te agites,

Confia mais no Senhor.

=O=O=O=

Quem ama jamais se estende

Justificando o que é mal.

A vida é bênção que esplende.

Aborto é o que, afinal?

=O=O=O=

Não tisnes tua consciência

Com alusões sem sentido,

P´ra não sofreres a ardência

Pelo filho não nascido.

=O=O=O=

Goza, então, tua liberdade

Com inteireza no bem,

Sem remorsos, com verdade,

Desde a Terra até o além.

H=H=H=H=H=H=H=H=H=H=H=H=H=H=H

José Raul Teixeira. Ditado pelo Espírito Belmiro Braga. Mensagem psicografada na Sociedade Espírita Fraternidade, em Niterói, RJ.

criado por Sérgio de Souza    7:18 — Arquivado em: Sem categoria

30.1.07

FILHOS DIFERENTES

Provavelmente, conhecê-lo-ás no mais íntimo da alma: os filhos diferentes.

Conseguistes instruir os outros.

Encaminhá-los para o bem com facilidade.

Mas encontrastes aquele que não se afina com os teus ideais.

É um filho que não se erige à altura do padrão doméstico a que te elevastes, ou uma filha que te desmente a esperança.

Quando te observes perante um filho diferente, não te permitas inclinar o coração ao desespero ou à amargura.

Ora e pede luz para o entendimento.

O Senhor te fará reconhecer-te à frente do companheiro ou da companheira de outras existências terrestres, que o tempo ocultou e que a Lei te oferece de novo à presença para que a tua obra de amor seja devidamente complementada.

Auxilia-os sempre e, mesmo nos dias em que a saraivada de críticas humanas te assedie a cabeça, conchega-os mais brandamente ao regaço de teu espírito; sem que o verbo humano consiga expressar as sensações de teu amor ou de tua dor, ante um filho diferente, sabes, no imo da alma, que ele significa o mais alto encontro marcado entre a tua presença e a bondade de Deus.

%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Encontro Marcado. Ditado pelo Espírito Emmanuel. 2a edição. Rio de Janeiro, RJ: FEB.

criado por Sérgio de Souza    7:17 — Arquivado em: Sem categoria

29.1.07

CAMINHO DA AUTOILUMINAÇÃO

O homem atinge um alto nível de evolução quando consegue unir o sentimento e o conhecimento, utilizando-os com sabedoria.

Nesse estágio é-lhe mais fácil desenvolver a paranormalidade, realizando o autodescobrimento e canalizando as energias anímicas e mediúnicas para o serviço de consolidação do bem em si mesmo e na sociedade.

O seu amadurecimento psicológico permite-lhe compreender toda a magnitude das faculdades parapsíquicas, superando os impedimentos que habitualmente se lhe antepões à educação.

Desse modo, a mediunidade põe-no em contato com o mundo espiritual de onde procede a vida e para a qual retorna, quando cessado o seu ciclo material, ensejando-lhe penetrar realidades que se demoram ignoradas, incursionando com destreza além das vibrações densas do corpo carnal.

O exercício das faculdades mediúnicas, no entanto, se reveste de critérios e cuidados, que somente quando levados em conta propiciam os resultados pelos quais se anelam.

A mediunidade é inerente a todos os indivíduos em graus de diferente intensidade.

Como as demais, é uma faculdade amoral, manifestando-se em bons e maus, nobres e delinqüentes, pobres e ricos.

Pode expressar-se com alta potencialidade de recursos em pessoas inescrupulosas, e quase passar despercebida em outras, portadoras de elevadas virtudes.

Surge em criaturas ignorantes, enquanto não é registrada nas dotadas de cultura.

É patrimônio da vida para crescimento do ser no rumo da sua destinação espiritual.

O uso que se lhe dê, responderá por acontecimentos correspondentes no futuro do seu possuidor.

Uma correta educação da mediunidade tem início no estudo das suas potencialidades: causas, aplicações e objetivos.

Adquirida a consciência mediúnica, o exercício sistemático, sem pressa, contribui para o equilíbrio das suas manifestações.

Uma conduta saudável calcada nos princípios evangélicos atrai os Bons Espíritos, que passam a cooperar em favor do medianeiro e da tarefa que ele abraça, objetivando os melhores resultados possíveis do empreendimento.

O direcionamento das forças mediúnicas para fins elevados propicia qualificação superior, resultando em investimento de sabor eterno.

Se te sentes portador de mediunidade, encara-a com sincero equilíbrio e dispõe-te a aplicá-la bem.

O homem ditoso do futuro será um indivíduo PSI, um sensível e consciente instrumento dos Espíritos, ele próprio lúcido e responsável pelos acontecimentos da sua existência.

Desveste-te de quaisquer fantasias em torno dos fenômenos de que és objeto e encara-os com realismo, dispondo-te a sua plena utilização.

Amadurece reflexões em torno deles e resguarda-os das frivolidades, exibicionismos vãos, comercialização vil, recurso para a exaltação da personalidade ou das paixões inferiores.

Sê paciente com os resultados e perseverante nas realizações.

Toda sementeira responde à medida que o tempo passa.

A educação da mediunidade requer tempo, experiência, ductibilidade do indivíduo, como sucede com as demais faculdades e tendências culturais, artísticas e mentais que exornam o homem.

Quem seja portador de cultura, de bondade e sinta a presença dos fenômenos paranormais, está a um passo da realização integral, a caminho próximo da auto-iluminação.

X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X-X

Franco, Divaldo Pereira. Da obra: Momentos de Iluminação. Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis. Salvador, BA: LEAL.

criado por Sérgio de Souza    7:17 — Arquivado em: Sem categoria

26.1.07

SOCORRO

Noite escura.

Em local isolado, um rapaz de moto, errando na direção, precipitou-se nas águas de enorme represa.

Alguns populares correram até à casa grande em que morava um negociante que possuía, ali mesmo, um barco magnificamente equipado.

No entanto, ao pedido de socorro, ei-lo que responde secamente:

- Jovens de moto? Estou cansado… Gente louca não tem jeito…

Os amigos anônimos se voltaram no rumo de um pardieiro próximo, ocupado unicamente por uma senhora paralítica.

A doente não vacilou.

Emprestou-lhes pequena lanterna, acesa a querosene.

Alguns instantes mais e o rapaz foi visto, boiando à longa distância.

Dois homens se atiraram às águas e trouxeram-no desmaiado para a terra.

O comerciante, porém, - aquele mesmo que se negara a cooperação, - viera até a orla do lago, simplesmente para ver.

Mas, inclinando-se para o jovem que respirava, a salvo, no socorro improvisado que recebia, começou a gritar em desespero:

- É meu filho!… Ah! meu filho, meu filho!…

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Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Caminhos.

Ditado pelo Espírito Emmanuel. CEU, 1981

criado por Sérgio de Souza    6:48 — Arquivado em: Sem categoria

25.1.07

O TALENTO ESQUECIDO

No mercado da vida, observamos os talentos da Providência Dïvina fulgurando na experiência humana, dentro das mais variadas expressões.

Talentos da riqueza material, da intelectualidade brilhante, da beleza física, dos sonhos juvenis, dos louros mundanos, do brilho social e doméstico, do poder e da popularidade.

Alinham-se, à maneira de jóias grandes e pequenas, agradáveis e preciosas, estabelecendo concorrência avançada entre aqueles que as procuram.

*

Há, porém, um talento de luz acessível a todos.

Brilha entre ricos e pobres, cultos e incultos.

Aparece em toda parte.

Salienta-se em todos os ângulos da luta.

Destaca-se em todos os climas e sugere engrandecimento em todos os lugares.

E o talento da oportunidade, sempre valioso e sempre o mesmo, na corrente viva e incessante das horas.

É o desejo de doar um pensamento mais nobre ao círculo da maledicência, de fortalecer com um sorriso o ânimo abatido do companheiro desesperado, de alinhavar uma frase amiga que enterneça os maus a se sentirem menos duros e que auxilie aos bons a se revelarem sempre melhores, de prestar um serviço insignificante ao vizinho, plantando o pomar da gratidão e da amizade, de cultivar algum trato anônimo de solo, onde o arvoredo de amanhã fale sem palavras de nossas elevadas intenções.

*

Acima de todos os dons, permanece o tesouro do tempo.

Com as horas os santos construíram a santidade e os sábios amealharam a sabedoria.

É com o talento esquecido das horas que edificaremos o nosso caminho, no rumo da Espiritualidade Superior, na aplicação silenciosa com o mestre que, atendendo compassivamente às necessidades de todos os aprendizes, prometeu, com amor, não somente demorar-se conosco até ao fim dos séculos terrestres, mas também asseverou, com justiça, que receberemos individualmente na vida, de acordo com as nossas próprias obras.

* * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * *

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Caridade.

Ditado pelo Espírito Emmanuel. Araras, SP: IDE, 1978.

criado por Sérgio de Souza    9:34 — Arquivado em: Sem categoria

24.1.07

PERDOA AS NOSSAS DÍVIDAS…

Perdoa as Nossas Dívidas, Assim Como Perdoamos aos Nossos Devedores

Quando pronunciamos as palavras “perdoa as nossas dividas, assim como perdoamos aos nossos devedores”, não apenas estamos à espera do benefício para o nosso coração e para a nossa consciência, mas estamos igualmente assumindo o compromisso de desculpar os que nos ofendem.

Todos possuímos a tendência de observar com evasivas os grandes defeitos que existem em nós, reprovando, entretanto, sem exame, pequeninas faltas alheias.

Por isso mesmo Jesus, em nos ensinando a orar, recomendou-nos esquecer qualquer mágoa que alguém nos tenha causado.

Se não oferecermos repouso à mente do próximo, como poderemos aguardar o descanso para os nossos, pensamentos?

Será justo conservar todo o pão, em nossa casa, deixando a fome aniquilar a residência do vizinho?

A paz é também alimento da alma, e, se desejamos tranqüilidade para nós, não nos esqueçamos do entendimento e da harmonia que devemos aos demais.

Quando pedirmos a tolerância do Pai Celeste em nosso favor, lembremo-nos também de ajudar aos outros com a nossa tolerância.

Auxiliemos sempre.

Se o Senhor pode suportar-nos e perdoar-nos, concedendo-nos constantemente novas e abençoadas oportunidades de retificação, aprendamos, igualmente, a espalhar a compreensão e o amor, em benefício dos que nos cercam.

(*)(*)(*)(*)(*)(*)(*)(*)(*)(*)(*)(*)(*)(*)(*)(*)(*)(*)

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Pai Nosso. Ditado pelo Espírito Meimei. 19a edição. Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1999.

criado por Sérgio de Souza    7:19 — Arquivado em: Sem categoria

23.1.07

PRINCÍPIOS REDENTORES

Não se esqueça de que Deus é o tema central de nossos destinos.

Deseje o bem dos outros, tanto quanto deseja o próprio bem.

Concorde imediatamente com os adversários. Respeite a opinião dos vizinhos.

Evite contendas desagradáveis.

Empreste sem aguardar restituição.

Dê seu concurso às boas obras, com alegria.

Não se preocupe com os caluniadores.

Agradeça ao inimigo pelo valor que ele lhe atribui.

Ajude as crianças.

Não desampare os velhos e doentes.

Pense em você, por último, em qualquer jogo de benefícios.

Desculpe sinceramente.

Não critique a ninguém.

Repare seus defeitos, antes de corrigir os alheios.

Use a fé e a prudência.

Aprenda a semear, preparando boa ceifa.

Não peça uvas ao espinheiro.

Liberte-se do peso de excessivas convenções.

Cultive a simplicidade.

Fale o menos possível, relativamente a você e a seus problemas.

Estimule as qualidades nobres dos companheiros.

Trabalhe no bem de todos.

Valorize o tempo.

Metodize o trabalho, sabendo que cada dia tem as suas obrigações.

Não se aflija.

Sirva a toda gente sem prender-se.

Seja alegre, justo e agradecido.

Jamais imponha seus pontos de vista.

Lembre-se de que o mundo não foi feito apenas para você.

*  *  *  *  *  *  *  *  *  *  *

As ciências sociais de hoje apresentam semelhantes princípios como novidades. No entanto, são antigos. Chegaram à Terra, com o Cristo, há quase vinte séculos. Nós outros, porém, espíritos atrasados no entendimento, somos ainda tardios na aplicação.

=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=o=

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Agenda Cristã. Ditado pelo Espírito André Luiz. Edição de Bolso. Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1999.

criado por Sérgio de Souza    7:21 — Arquivado em: Sem categoria

22.1.07

AS APARÊNCIAS ENGANAM

Num orfanato, igual a tantos outros que enxameiam por toda parte, havia uma pobre órfã, de oito anos de idade.

Era uma criança lamentavelmente sem encantos, de maneiras desagradáveis, evitada pelas outras, e francamente malquista pelos professores.

Por essa razão, a pobrezinha vivia no maior isolamento. Ninguém para brincar, ninguém para conversar…

Sem carinho, sem afeto, sem esperança…

Sua única companheira era a solidão.

O diretor do orfanato aguardava ansioso uma desculpa legítima para livrar-se dela.

E um dia apresentou-se, aparentemente, uma boa desculpa.

A companheira de quarto da menina informou que ela estava mantendo correspondência com alguém de fora do orfanato, o que era terminantemente proibido.

Agora mesmo, disse a informante, ela escondeu um papel numa árvore.

O diretor e seu assistente mal puderam esconder a satisfação que a denúncia lhes causara.

Vamos tirar isso a limpo agora mesmo, disse o superior.

E, somando-se ao assistente, pediu para que a testemunha do delito os acompanhasse a fim de lhes mostrar a prova do crime.

Dirigiram-se os três, a passos rápidos, em direção à árvore na qual estava colocada a mensagem.

De fato, lá estava um papel delicadamente colocado entre os ramos.

O diretor desdobrou, ansioso, o bilhete, esperando encontrar ali a prova de que necessitava para livrar-se daquela criança tão desagradável aos seus olhos.

Todavia, para seu desapontamento e remorso, no pedaço de papel um tanto amassado, pôde ler a seguinte mensagem: "A qualquer pessoa que encontrar este papel: eu gosto de você."

Os três investigadores ficaram tão decepcionados quanto surpresos com o que leram.

Decepcionados porque perderam a oportunidade de livrar-se da menina indesejável, e surpresos porque perceberam que ela era menos má do que eles próprios.

***

Quantos de nós costumamos julgar as pessoas pelas aparências, embora saibamos que estas são enganadoras.

E o pior é que, se as aparências não nos agradam, marcamos a pessoa e nos prevenimos contra ela e suas atitudes.

Uma antiga e sábia oração dos índios Siuox, roga a Deus o auxílio para nunca julgar o próximo antes de ter andado sete dias com as suas sandálias.

Isto quer dizer que, antes de criticar, julgar e condenar uma pessoa, devemos nos colocar no seu lugar e entender os seus sentimentos mais profundos.

Aqueles que talvez ela queira esconder de si mesma, para proteger-se dos sofrimentos que a sua lembrança lhe causaria.

Você sabia?

Que não há nenhuma pessoa essencialmente má?

Isso porque todos nós temos, na intimidade, a centelha divina que é o amor em gérmen.

Assim sendo, potencialmente todos somos bons, basta que nos esforcemos para fazer brilhar essa chama sagrada depositada em nós pelo Criador.

Jesus conhecia essa realidade, por isso afirmou: "vós sois deuses" e noutra oportunidade insistiu: brilhe a vossa luz".

****************************************

(História extraída da revista Seleções do Rider’s Digest, de maio/1945) (www.momento.com.br)

Equipe CVDEE CVDEE - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo (www.cvdee.org.br)

criado por Sérgio de Souza    7:15 — Arquivado em: Sem categoria

19.1.07

VIDAS SUCESSIVAS

"Não te maravilhes de te haver dito: Necessário vos é nascer de novo." Jesus. (JOÃO, 3:7.)

A palavra de Jesus a Nicodemos foi suficientemente clara.

Desviá-la para interpretações descabidas pode ser compreensível no sacerdócio organizado, atento às injunções da luta humana, mas nunca nos espíritos amantes da verdade legítima.

A reencarnação é lei universal.

Sem ela, a existência terrena representaria turbilhão de desordem e injustiça; à luz de seus esclarecimentos, entendemos todos os fenômenos dolorosos do caminho.

O homem ainda não percebeu toda a extensão da misericórdia divina, nos processos de resgate e reajustamento.

Entre os homens, o criminoso é enviado a penas cruéis, seja pela condenação à morte ou aos sofrimentos prolongados.

A Providência, todavia, corrige, amando… Não encaminha os réus a prisões infectas e úmidas.

Determina somente que os comparsas de dramas nefastos troquem a vestimenta carnal e voltem ao palco da atividade humana, de modo a se redimirem, uns à frente dos outros.

Para a Sabedoria Magnânima nem sempre o que errou é um celerado, como nem sempre a vítima é pura e sincera.

Deus não vê apenas a maldade que surge à superfície do escândalo; conhece o mecanismo sombrio de todas as circunstâncias que provocaram um crime.

O algoz integral como a vítima integral são desconhecidos do homem; o Pai, contudo, identifica as necessidades de seus filhos e reúne-os, periodicamente, pelos laços de sangue ou na rede dos compromissos edificantes, a fim de que aprendam a lei do amor, entre as dificuldades e as dores do destino, com a bênção de temporário esquecimento.

(o)(o)(o)(o)(o)(o)(o)(o)(o)(o)(o)(o)(o)(o)(o)(o)(o)(o)(o)(o)

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Caminho, Verdade e Vida.

Ditado pelo Espírito Emmanuel. 16a edição. Lição 110.

Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1996.

criado por Sérgio de Souza    8:23 — Arquivado em: Sem categoria

18.1.07

NO TRATO COM OS OUTROS

"A origem do mal reside no egoísmo e no orgulho;

os abusos de toda espécie cessarão quando os

homens se regerem pela lei da caridade."

Alan Kardec (E.S.E. Cap.XVI ltem X).

Conserve a paciência com aqueles que não aplicam a solicitude no trato com você.

Recorde que a enfermidade pode estar a minar-lhes o organismo.

*

Quando alguém admoestá-lo, mesmo injustamente, silencie e desculpe.

Deixe, que a vida se encarregará de colocar os pretensiosos em seus devidos lugares.

*

Se a intriga dificultar-lhe os bons propósitos, não lhe confira a honra de sua revolta.

Quase sempre o intrigante é colhido nas malhas da rede que tece.

*

Procure entender a explicação deficiente que o amigo lhe dá.

Ele não dispõe de melhores recursos de expressão.

*

Quando convidado a opinar em assunto que desconhece, afirme sua ignorância sobre o caso.

Melhor é apresentar-se com simplicidade do que informar erradamente.

*

Se o interlocutor, magoado com a força de seu argumento, deixa bruscamente o tema da palestra, cale e desculpe-se.

É provável que ele não se encontre preparado para a lógica das argumentações seguras.

*

Insista no auxílio, mesmo que este seja feito com o silêncio de sua intenção superior.

O recalcitrante é infeliz pela própria organização nervosa que lhe aciona a vida.

*

Quando constrangido a arbitrar entre discutidores, a melhor posição é a humildade.

Cada antagonista conta com a certeza da vitória para a opinião que defende.

Passado o calor do debate, exponha com naturalidade seu pensamento.

*

Se a informação solicitada demorar em ser atendida, guarde calma e repita o pedido. Talvez seu interpelado seja surdo.

*

Há comezinhos incidentes no trato com os homens que, evitados, realizam a paz em todos os corações.

Cultive a confiança, na serenidade, e caminhará com segurança, no trato com os outros.

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Franco, Divaldo Pereira. Da obra: Glossário Espírita-Cristão. Ditado pelo Espírito Marco Prisco. 4a edição. Salvador, BA: LEAL, 1993.

criado por Sérgio de Souza    8:00 — Arquivado em: Sem categoria

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