Espiritismo

A proposta desse blog é estudar a Doutrina Espírita postando material pertinente e de estímulo e incentivo ao aprendizado. Quem quizer ajudar com sugestões ou material pode enviar para:doutrinaespirita@gmail.com

29.12.06

CONQUISTANDO A PAZ

Existem tribulações e tribulações.

Para extinguir aquelas que conturbam a vida, comecemos a cooperar na construção da paz onde estivermos.

Necessitamos, porém, conhecer as farpas que entretecem as inquietações que nos predispõem ao desequilíbrio e ao sofrimento.

Vejamos algumas:

a queixa contra alguém;

a reclamação agressiva;

o palavrão desatado pela cólera;

a resposta infeliz;

a frase de sarcasmo;

o conceito depreciativo;

o apontamento malicioso;

o gesto de azedume;

a crítica destrutiva;

o grito de desespero;

o pensamento de ódio;

a lamentação do ressentimento;

a atitude violenta; o riso escarninho;

a fala da irritação;

o cochicho do boato;

o minuto de impaciência;

o parecer injusto;

a pancada verbal da condenação.

Cada espinho invisível a que nos reportamos é comparável à chispa capaz de atear o incêndio da discórdia.

E ganhar a discórdia não aproveita a pessoa alguma.

Tanto quanto possível, aceitemos as tribulações que a vida nos reserve e saibamos usar o amor e a tolerância, a paciência e o espírito de serviço para que estejamos realmente conquistando os valores e bênçãos da paz.

Não esperes que o próximo te solicite cooperação.

Colabora voluntariamente, na certeza de que estarás realizando valiosas sementeiras de trabalho e de amor, na construção do futuro melhor.

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Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Paciência.

Ditado pelo Espírito Emmanuel. CEU, 1983.

criado por Sérgio de Souza    7:15 — Arquivado em: Sem categoria

28.12.06

O ESPÍRITO DO ESPIRITISMO

Consciência individual – eis o oráculo do bom senso ante a justiça inseduzível de Deus.

Não nos satisfaça atender simplesmente aos nossos deveres, porém, que abracemos espontaneamente a obrigação de cumpri-los com êxito.

Não descreias de tua força interior.

Não te sintas incapaz, porque tanto estás habilitado a fazer o mal quanto o bem, lembrando que a chama da vela tanto pode estar aquecendo e iluminando, quanto incendiando e destruindo…

Sobre a ênfase das palavras cativantes, avança além dos lugares-comuns em torno da beneficência, praticando-a com a precisa fidelidade a ti mesmo.

As Leis do Criador, imutáveis desde o passado sem início até o futuro sem fim, prescrevem o clima do auxílio mútuo por ambiente ideal das almas em qualquer páramo do Universo.

Quem beneficia recebe o maior quinhão do benefício.

Todo supérfluo é retido nos laços do egoísmo ou da ignorância.

Reconheçamos que muita gente renasce de novo para passar a limpo a garatuja dos próprios atos.

Depende de cada um fazer das nuvens de provações, chuvas benfeitoras da vida ou raios destruidores de morte.

Não basta rogar sem os méritos do trabalho pessoal, porquanto ninguém transforma as mãos implorantes em gazuas para abrir as portas dos celeiros espirituais.

As lágrimas tanto conseguem exprimir orações quanto blasfêmias.

O silêncio na tarefa mais apagada surge sempre muito mais expressivo que o queixume na inutilidade brilhante.

O raciocínio descobre a vizinhança entre a fé e o entendimento e a distância entre a fé e o fanatismo.

Os homens não são fantoches do destino e sim construtores dele.

Arma-te de confiança e sai de ti mesmo, servindo às vidas em derredor.

O amor é o coração do Evangelho e o espírito do Espiritismo chama-se CARIDADE.

Texto extraído do livro “OPINIÃO ESPÍRITA”

Médium: Waldo Vieira Espírito: André Luiz Editora: FEB

criado por Sérgio de Souza    9:38 — Arquivado em: Sem categoria

27.12.06

REFORMA ÍNTIMA

A reforma íntima!

Quanto puderes, posterga a prática do mal até o momento que possas vencer essa força doentia que te empurra para o abismo.

Provocado pela perversidade, que campeia a solta, age em silêncio, mediante a oração que te resguarda na tranqüilidade.

Espicaçado pelos desejos inferiores, que grassam, estimulados pela onde crescente do erotismo e da vulgaridade, gasta as tuas energias excedentes na atividade fraternal.

Empurrado para o campeonato da competição, na área da violência, estuga o passo e reflexiona, assumindo a postura da resistência passiva.

Desconsiderado nos anseios nobres do teu sentimento, cultiva a paciência e aguarda a bênção do tempo que tudo vence.

Acoimado pela injustiça ou sitiado pela calúnia, prossegue no compromisso abraçado, sem desânimo, confiando no valor do bem.

Aturdido pela compulsão do desforço cruel, considera o teu agressor como infeliz amigo que se compraz na perturbação.

Desestimulado no lar, e sensibilizado por outros afetos, renova a paisagem familiar e tenta salvar a construção moral doméstica abalada.

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É muito fácil desistir do esforço nobre, comprazer-se por um momento, tornar-se igual aos demais, nas suas manifestações inferiores.

Todavia, os estímulos e gozos de hoje, no campo das paixões desgovernadas, caracterizam-se pelo sabor dos temperos que se convertem em ácido e fel, a requeimarem por dentro, passados os primeiros momentos.

Ninguém foge aos desafios da vida, que são técnicas de avaliação moral para os candidatos à felicidade.

O homem revela sabedoria e prudência, no momento do exame, quando está convidado à demonstração das conquistas realizadas.

Parentes difíceis, amigos ingratos, companheiros inescrupulosos, co-idealistas insensíveis, conhecidos descuidados, não são acontecimentos fortuitos, no teu episódio reencarnacionista.

Cada um se movimenta, no mundo, no campo onde as possibilidades melhores estão colocadas para o seu crescimento.

Nem sempre se recebe o que se merece. Antes, são propiciados os recursos para mais amplas e graves conquistas, que darão resultados mais valiosos.

Assim, aprende a controlar as tuas más inclinações e adia o teu momento infeliz. Lograrás vencer a violência interior que te propele para o mal, se perseverares na luta.

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Sempre que surja oportunidade, faze o bem, por mais insignificante que te pareça.

Gera o momento de ser útil e aproveita-o.

Não aguardes pelas realizações retumbantes, nem te detenhas esperando as horas de glorificação.

Para quem está honestamente interessado na reforma íntima, cada instante lhe faculta conquistas que investe no futuro, lapidando-se e melhorando-se sem cansaço.

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Toda ascensão exige esforço, adaptação e sacrifício.

Toda queda resulta em prejuízo, desencanto e recomeço.

Trabalha-te interiormente, vencendo limite e obstáculo, não considerando os terrenos vencidos, porém, fitando as paisagens ainda a percorrer.

A tua reforma íntima te concederá a paz por que anelas e a felicidade que desejas.

*  *  *  *  *  *

Franco, Divaldo Pereira. Da obra: Vigilância.

Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis.

1a edição. Salvador, BA: LEAL, 1987.

criado por Sérgio de Souza    10:18 — Arquivado em: Sem categoria

20.12.06

NATAL DO CORAÇÃO

Abençoadas sejam as mãos que, em memória de Jesus, espalham no Natal a prata e o ouro, diminuindo a miséria e a necessidade, a fome e a nudez!…

Entretanto, se não forem iluminadas pelo amor que ajuda sempre, esses flagelos voltarão amanhã, como a erva daninha que espreita a ausência do lavrador.

Não retenhas, assim, a riqueza do coração que podes dar, tanto quanto o maior potentado da Terra!

Deixa que a manjedoura de tua alma se abra, feliz, ao Soberano Celeste, para que a luz de banhe a vida.

Com Ele, estenderás o coração onde estiveres, seja para trocar um pensamento compassivo com a palavra escura e áspera ou para adubar uma semente de esperança, onde a aflição mantém o deserto!.

Com Ele, inflamarás de júbilo os olhos de algum menino triste e desamparado e uma simples criança, arrebatada hoje ao vendaval, pode amanhã ser o consolo da multidão…

Com Ele, podes oferecer a bênção da tolerância aos que trabalham contigo, transformando o altar de teu coração em altar de Deus!…

Que tesouro terrestre pagará o gesto de compreensão no caminho empedrado, o sorriso luminoso da bondade no espinheiro da sombra e a oração do carinho e do entendimento no instante da morte?

Natal no mundo é a epopéia do reconhecimento ao Senhor.

Natal no espírito é a comunhão com Ele próprio. Ainda que te encontres em plena solidão na manjedoura do infortúnio, sai de ti mesmo e reparte com alguém o dom inefável de tua fé.

Lembra-te de que Ele, em brilhando na manjedoura, tinha consigo apenas o amor a desfazer-se em humildade, e, em agonizando na cruz, possuía apenas o coração, a desfazer-se em renúncia…

Mas, usando tão-somente o coração e o amor, sem uma pedra onde repousar a cabeça, converteu-se no Salvador do Mundo, e, embora coroado de espinhos, fez-se o Rei das Nações para sempre.

(Francisco Cândido Xavier por Meimei)

In: Antologia Mediúnica do Natal

criado por Sérgio de Souza    10:26 — Arquivado em: Sem categoria

LEMBRANÇA DO NATAL

Natal!… Reina a Celeste Barcarola!…

Enquanto te refazes na alegria,

Muita gente padece a noite fria

Ao rigor da aflição que desconsola.

Desce à escura tristeza que te espia

Do cárcere de angústia em que se isola…

E espalha o bem por sacrossanta esmola

Do teu farnel de luz e de harmonia!

Abre teu coração!… Ajuda e abraça

O sofrimento ou a sombra de quem passa

Em desespero rígido e infecundo!…

E o Cristo, renascendo no teu peito,

Será, contigo, o Amor puro e perfeito,

Tecendo a paz e a redenção do Mundo.

 

Auta de Souza Do livro "Antologia Mediúnica do Natal"

Psicografada por Francisco Cândido Xavier

criado por Sérgio de Souza    7:00 — Arquivado em: Sem categoria

19.12.06

O NATAL DO APÓSTOLO

Irmão X (espírito)

Quando Simão Pedro foi arrancado aos grilhões do cárcere para o derradeiro sacrifício, sentia o coração varado de angústia, conquanto mostrasse o passo firme.

O velho apóstolo, que transpusera os oitenta de idade, levantava a cabeça branca, destacando-se na turba à maneira de um pai atormentado por filhos inconscientes.

Irmãos do Evangelho ladeavam-no, tristes, escondendo o próprio desespero, diante da serenidade com que ele, encanecido em duras experiências, acomodava ao martírio.

Mulheres e crianças emaranhavam-se, cortejo adentro, para beijar-lhe as mãos.

Transeuntes, ainda mesmo adversos ao Cristianismo nascente, fitavam-no, respeitosos, qual se vissem um soberano humilhado e pobremente vestido, a caminho de inesperado triunfo…

E até soldados da escolta, recordando vários companheiros de Simão transfigurara, ao curar-lhes os parentes enfermos, abeiravam-se dele com veneração e carinho…

Apenas um dos pretorianos, Sertório Aniceto, destacado elemento na expedição, não poupava o sarcasmo.

Desejando quebrar a atmosfera de reverência e de êxtase que se fazia, desdobrava impropérios:

- Para diante, velho impudente! Judeu sujo! Lixo humano, que envergonharia os postes da arena!…

E mais à frente:

- Não abuse da crendice do povo! Ladrão imundo, chegou seu fim!…

Pedro, entretanto, contemplava o céu escaldante da tarde orava em silêncio…

Sentia-se, agora, fatigado e incapaz!

Compreendia que a Boa Nova exigia servidores robustos e rogava ao Cristo enviasse obreiros novos e valorosos para a vinha do mundo…

Mas não era só isso…

No imo do coração, ardia-lhe a saudade do Mestre e ansiava retomar-lhe a companhia para sempre…

Escalando a colina, via não longe o Campo de Marte, assinalado pelo monumento de Augusto, as cintilações do Tibre espreguiçando ao sol, o casario imenso, as termas e os jardins; no entanto, regressava pela imaginação a Galiléia distante, buscando Jesus em pensamento…

Revia o lago de Genesaré, em seus dias mais belos, e as multidões simples e generosas com que o Senhor repartia o pão e a verdade, o consolo e a esperança…

Por estranhos mecanismos da memória, respirava, de novo, o perfume das rosas de Betsaida, das romãzeiras de Magdala e dos pequenos vinhedos de Cafarnaum…

Apesar do calor reinante, rememorava a pesca e supunha-se envolvido pelo sopro da brisa, quando a barca sobrestava as ondas calmas. Reconstituía, enlevado as pregações do Divino Amigo e parecia-lhe jornadear de retorno à família das crianças e dos enfermos, das mães sofredoras e dos velhinhos que ele próprio lhe entregara ao coração…

CONTINUA . . .

criado por Sérgio de Souza    16:03 — Arquivado em: Sem categoria

O NATAL DO APÓSTOLO

. . . CONTINUAÇÃO

Atingido o local do suplício, confiou-se automaticamente aos soldados que o desnudaram, e, como se estivesse hipnotizado pela idéia do reencontro, sofregamente aguardado, quase nada percebeu dos martelos, rudemente manobrados, que lhe apresavam pés e mãos ao lenho que se lhe erguia de improviso…

Em derredor, escutava os protestos velados das centenas de espectadores da lamentável exibição, de mistura com as preces dos companheiros agoniados…

Detido, porém, na ânsia do repouso, Pedro não via que o tempo se escoava, sem que lhe desfechassem qualquer golpe… Aqui e além, grupos em oração e lágrimas salientavam-se de mãos postas; contudo, a morte tardava…

Aniceto, entretanto, não o perdia de vista, e, reparando que o crepúsculo baixava, atirou-lhe pontiagudo calhau à cabeça e gritou:

- Morre, bruxo!

O apóstolo observou que o sangue esguichava, mas, sem qualquer reação, rendeu-se ao invencível torpor, qual se fosse repentinamente anestesiado por brando sono. Semelhante impressão, contudo, perdurou por momentos.

O ancião, após desalgemar-se do corpo, identificou-se espiritualmente, livre e eufórico, ao pé dos próprios despojos, e, alheio à algazarra em torno, contemplou o firmamento, onde os astros se inflamavam, como se dedos invisíveis acendessem lumes deslumbrantes para uma festa no céu…

Espantado, observou que um homem descia do alto, como que materializado pela fulguração das estrelas, e, decorridos alguns instantes de assombro, viu Jesus a dois passos, a endereçar-lhe o inolvidável sorriso.

- Mestre! - exclamou, inclinando-se para beijar o chão que ele pisava.

O Messias redivivo tomou-os nos braços e partiu, conchegando-o ao coração, qual se transportasse frágil criança.

Por várias semanas restaurou-se Pedro na estância de luz que o Cristo lhe reservara.

Junto dele, visitou paragens de inexprimível beleza, recolheu lições preciosas, presenciou espetáculos soberbos da grandeza cósmica e abraçou afeições inesquecíveis…

Quando mais integrado se reconhecia no Plano Superior, eis que o Celeste Companheiro lhe anuncia nova separação.

Que o discípulo descansasse quanto quisesse, elevando-se às excelsas regiões…

Ele, porém, devia ausentar-se…

- Senhor, aonde vais? - indagou o apóstolo, penosamente surpreendido.

E Jesus, indicando-lhe escuro recanto da vastidão, em que se adivinhava a residência planetária dos homens, informou sereno:

- Pedro, enquanto houver um gemido na Terra, não me será lícito repousar…

- Então, Senhor, eu também…

E, como outrora, demandaram juntos, atravessaram Roma, parando, por fim, em espaçoso cemitério da Via Ápia, mergulhado na sombra noturna…

A multidão cantava, glorificando o Senhor…

Não obstante o Natal estivesse na lembrança de poucos, rememorava-se, ali, diante da imensidão constelada, a melodia dos mensageiros angélicos.

Simão, fremindo de emotividade, começou a chorar de alegria.

Anelava ser bom, aspirava a ser irmão da Humanidade, queria auxiliar a construção do Reino de Deus e homenagear a manjedoura de Belém, ofertando algo de si mesmo, em louvor do Evangelho…

Nesse ínterim, aproximou-se Jesus e disse-lhe ao ouvido:

- Pedro, alguém te chama…

O apóstolo voltou-se e, admirado, enxergou na pequena comunidade um homem triste, carregando nos braços um pequenino agonizante…

Era Aniceto, a rogar-lhe, mentalmente, se lhe compadecesse do filhinho que a febre devorava.

Qual se lhe registrasse a presença, expunha-lhe os remorsos que amargava e pedia-lhe perdão…

O antigo pescador não hesitou.

Depois de oscular-lhe a fronte suarenta, afagou a criança atribulada, impondo-lhe as mãos, e, ali mesmo, magneticamente tocado por forças renovadoras e intangíveis, o menino despertou, lúcido e refeito, enlaçando-se ao pai, à feição da ave assustada que torna à segurança do ninho.

Aniceto, no íntimo, compreendeu o socorro e a bênção que recebia e, renovado, começou a cantar em lágrimas de júbilo: "Glória a Deus nas alturas, paz na Terra e boa vontade para com os homens!…"

Para o rude legionário de César começava nova vida e para Simão Pedro o serviço continuou…

(Pelo espírito Irmão X, psicografado por Francisco Cândido Xavier, publicado em Antologia Mediúnica do Natal)

criado por Sérgio de Souza    15:59 — Arquivado em: Sem categoria

14.12.06

GLORIFICANDO O SANTO NOME

O professor contou, em aula, que, no princípio da vida na Terra, quando os minerais, as plantas e os animais souberam que era necessário santificar o nome de Deus, houve da parte de quase todos um grande movimento de atenção.

Certas pedras começaram a produzir diamantes e outras revelaram ouro e gemas preciosas.

As árvores mais nobres começaram a dar frutos.

O algodoeiro inventou alvos fios para a vestimenta do homem.

A roseira cobriu-se de flores.

A grama, como não conseguia crescer, alastrou-se pelo chão, enfeitando a Terra.

A vaca passou a fornecer leite.

A galinha, para a alegria de todos, começou a oferecer ovos.

O carneiro iniciou a criação de lã.

A abelha passou a fazer mel.

E até o bicho-da-seda, que parece tão feio, para santificar o nome de Deus fabricou fios lindos, com os quais possuímos um dos mais valiosos tecidos que o mundo conhece.

Nesse ponto da lição, como o instrutor fizera uma pausa, Pedrinho perguntou:

- Professor, e que fazem os homens para isso?

O orientador da escola pensou um pouco respondeu:

Nem todos os homens aprendem rapidamente as lições da vida, mas aqueles que procuram a verdade sabem que a nossa Inteligência deve glorificar a Eterna Sabedoria, cultivando o bem e fugindo ao mal. As pessoas que se consagram às tarefas da fraternidade, compreendendo os semelhantes e auxiliando a todos, são as almas acordadas para a luz e que louvam realmente o nome de nosso Pai Celeste.

E, concluindo, afirmou:

O Senhor deseja a felicidade de todos e, por isso, todos aqueles que colaboram pelo bem-estar dos outros são os que santificam na Terra a sua Divina Bondade.

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Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Pai Nosso. Ditado pelo Espírito Meimei. 19a edição. Rio de Janeiro, RJ: FEB, 1999.

criado por Sérgio de Souza    14:37 — Arquivado em: Sem categoria

13.12.06

CHEFIA E SUBALTERNIDADE

Não olvidar que o chefe é aquela pessoa que se responsabiliza pelo trabalho da equipe.

A melhor maneira de reverenciar a quem dirige, será sempre a execução fiel das próprias obrigações.

Quem administra efetivamente precisa da colaboração de quem obedece, mas se quem obedece necessita prestar atenção e respeito a quem administra, quem administra necessita exercer bondade e compreensão para quem obedece, a fim de que a máquina do trabalho funcione com segurança.

Orientar é devotar-se.

Aquele que realmente ensina é aquele que mais estuda.

Um chefe não tem obrigação de revelar ao subordinado os problemas que lhe preocupam o cérebro, tanto quanto o subordinado não tem o dever de revelar ao chefe os problemas que porventura carregue no coração.

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Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Sinal Verde.

Ditado pelo Espírito André Luiz. 49a edição. Uberaba-MG: CEC, 2001.

criado por Sérgio de Souza    10:55 — Arquivado em: Sem categoria

12.12.06

Uma mensagem de Andre Luiz

EM TORNO DA PROFISSÃO

A sua profissão é privilégio e aprendizado.

Se você puser amor naquilo que faz, para fazer os outros felizes, a sua profissão, em qualquer parte, será sempre um rio de bênçãos.

O seu cliente, em qualquer situação, é semelhante a árvore que produz, em seu favor, respondendo sempre na pauta do tratamento que recebe.

Toda tarefa corretamente exercida é degrau de promoção.

Em tudo aquilo que você faça, na atividade que o Senhor lhe haja concedido, você está colocando o seu retrato espiritual.

Se você busca melhorar-se, melhorando o seu trabalho, guarde a certeza de que o trabalho lhe dará vida melhor.

O essencial em seu êxito não é tanto aquilo que você distribui e sim a maneira pela qual você se decide servir.

Ninguém procura ninguém para adquirir condenação ou azedume.

Sempre que alguém se queixe de alguém, está criando empeços na própria estrada para o sucesso.

Toda pessoa que serve além do dever, encontrou o caminho para a verdadeira felicidade.

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Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Sinal Verde. Ditado pelo Espírito André Luiz. 49a edição. Uberaba-MG: CEC, 2001

criado por Sérgio de Souza    15:10 — Arquivado em: Sem categoria

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