28.10.09
28 de outubro de 2009
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do livro VINHA DE LUZ
psicografado por FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
pelo espÃrito EMMANUEL
“Porque para isto sois chamados;
pois também o Cristo padeceu por nós,
deixando-nos o exemplo.”
- Pedro. (I PEDRO, 2:21.)
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Elevada percentagem de crentes considera-se imune de todos os sofrimentos, porque, no conceito de grande parte daqueles que aceitam a fé cristã, entregar-se às fórmulas religiosas é subtrair-se à luta, candidatando-se à beatitude imperturbável.
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Na apreciação de muita gente, os que oram não deveriam conhecer a dor.
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O socorro divino assemelhar-se-ia à proteção de um monarca terrestre, doador de favores segundo as bajulações recebidas.
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A situação do aprendiz de Jesus é, todavia, muito diversa.
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Os tÃtulos do Cristo não são os da inatividade, com isenção de responsabilidade e esforço.
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Todos os chamados ao trabalho evangélico não podem esquecer as necessidades do serviço.
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O Mestre, naturalmente, precisa de companheiros que nEle confiem, mas não prescindirá dos que se revelem colaboradores fiéis de sua obra.
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Seria justo postar-se indefinidamente o devedor, ante a generosidade do credor, confiando sempre, sem o mÃnimo sinal de solução ao débito adquirido?
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Não somente os homens vivem na lei de permuta.
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As Forças Divinas baseiam a movimentação do bem no mesmo princÃpio.
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O Mestre Celestial ensina a todos, em verdade, as sublimes lições da vida; entretanto, não é razoável que todos os séculos assinalem nos bancos escolares da experiência humana os mesmos alunos preguiçosos e inquietos.
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É indispensável que as turmas de bons obreiros se dirijam às zonas de serviço, preparados para os testemunhos dos ensinamentos recebidos.
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Simão Pedro sintetiza o trabalho dos cristãos de maneira magistral.
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Sois chamados para isto - assevera o apóstolo.
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A afirmativa simples indica que os discÃpulos leais foram convocados a sofrer pelo bem.
do livro VINHA DE LUZ
psicografado por FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
pelo espÃrito EMMANUEL
“E peço isto: que a vossa caridade
abunde mais e mais em ciência e
em todo o conhecimento.”
- Paulo. (FILIPENSES, 1:9.)
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A caridade é, invariavelmente, sublime nas menores manifestações, todavia, inúmeras pessoas muitas vezes procuram limitá-la, ocultando-lhe o espÃrito divino.
Muitos aprendizes crêem que praticá-la é apenas oferecer dádivas materiais aos necessitados de pão e teto.
Caridade, porém, representa muito mais que isso para os verdadeiros discÃpulos do Evangelho.
Em sua carta aos filipenses, oferece Paulo valiosa assertiva, com referência ao assunto.
Indispensável é que a caridade do cristão fiel abunde em conhecimento elevado.
Certo benfeitor distribuirá muito pão, mas se permanece deliberadamente nas sombras da ignorância, do sectarismo ou da auto-admiração não estará faltando com o dever de assistência caridosa a si mesmo?
Espalhar o bem não é somente transmitir facilidades de natureza material.
Muitas máquinas, nos tempos modernos, distribuem energia e poder, automaticamente.
Caridade essencial é intensificar o bem, sob todas as formas respeitáveis, sem olvidarmos o imperativo de auto-sublimação para que outros se renovem para a vida superior, compreendendo que é indispensável conjugar, no mesmo ritmo, os verbos dar e saber.
Muitos crentes preferem apenas dar e outros se circunscrevem simplesmente em saber; as atividades de todos os benfeitores dessa espécie são úteis, mas incompletas.
Ambas as classes podem sofrer presunção venenosa.
Bondade e conhecimento, pão e luz, amparo e iluminação, sentimento e consciência são arcos divinos que integram os cÃrculos perfeitos da caridade.
Não só receber e dar, mas também ensinar e aprender.
do livro VINHA DE LUZ
psicografado por FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
pelo espÃrito EMMANUEL
“Portanto tomai toda a armadura de
Deus, para que possais resistir no
dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes.”
- Paulo. (EFÉSIOS, 6:13.)
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O movimento da fé não proporciona consolações tão-somente.
Buscar-lhe as fontes sublimes para retirar apenas conforto, seria proceder à maneira das crianças que nada enxergam senão guloseimas.
É indispensável tomar as armaduras de Deus nas casas consagradas ao labor divino.
Ilógico aproximar-se o filho adulto da presença paterna com a exclusiva preocupação de receber carinho.
A mente juvenil necessita aceitar a educação construtiva que lhe é oferecida, revestindo-se de poderes benéficos, na ação incessante do bem, a fim de que os progenitores se sintam correspondidos na sua heróica dedicação.
A sede de ternura palpita em todos os seres, contudo, não se deve olvidar o trabalho que enrijece as energias comuns, a responsabilidade que define a posição justa e o esforço próprio que enobrece o caminho.
Em todos os templos do pensamento religioso elevado, o Pai está oferecendo armaduras aos seus filhos.
Os crentes, num impulso louvável, podem entregar-se naturalmente às melhores expansões afetivas, mas não se esqueçam de que o Senhor lhes oferece instrumentos espirituais para a fortaleza de que necessitam, dentro da luta redentora; somente de posse de semelhantes armaduras pode a alma resistir, nos maus dias da experiência terrestre, sustentando a serenidade própria, nos instantes dolorosos e guardando-se na couraça da firmeza de Deus.
do livro VINHA DE LUZ
psicografado por FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
pelo espÃrito EMMANUEL
“Mas tenho-vos dito isto, a fim de que,
quando chegar aquela hora,
vos lembreis de que já vo-lo tinha dito.”
- Jesus. (JOÃO, 16:4.)
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Referia-se Jesus aos próprios testemunhos, entretanto, podemos igualmente aplicar-lhe os divinos conceitos a nós mesmos, desencarnados e encarnados.
Cada discÃpulo terá sua hora de revelações do aproveitamento individual.
As escolas primárias não dispensam o habitual quadro-negro, destinado às demonstrações isoladas do aluno.
À frente do professor consciencioso, o aprendiz mostrará quanto lucrou, sem os recursos do plágio afetuoso, entre companheiros.
Sobre a zona escura, o giz claro definirá, fielmente, a posição firme ou insegura do estudante.
E não será isto mesmo o que se repete na escola vasta do mundo?
O homem, nas lutas vulgares, poderá socorrer-se, indefinidamente, dos bons amigos.
O Pai permite semelhantes contactos para que as oportunidades de aprender se lhe tornem irrestritas; no entanto, lá vem “aquela hora” em que a criatura deve tomar o giz alvo e puro das realizações espirituais, colocando-se junto ao quadro-negro das provas edificantes.
Alguns aprendizes fracassam porque não sabem multiplicar os bens, nem dividi-los.
Ignoram como subtrair a luz das trevas, somam os conflitos e formam equações de ódio e vingança.
Esquecem-se de que Jesus salientou o amor, por máxima glória, em todas as situações do apostolado evangélico e que, mesmo na cruz, depois de receber os fatores da injúria, da perseguição, da ironia e do desprezo, somou-os na tábua do coração, extraindo a divina equação de serenidade, entendimento e perdão.
Oh! vós, que ides ao quadro-negro das atividades terrestres, abandonai o giz escuro da desesperação!
Escrevei em caracteres de luz o que aprendestes do Mestre Divino!
Revela o próprio valor!
Lembrai-vos que instrutores benevolentes e sábios vos inspiram as mãos!
Abençoai o quadro-negro que vos pede o giz de suor e lágrimas, porque junto dele podereis conquistar o curso maior!…
do livro VINHA DE LUZ
psicografado por FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
pelo espÃrito EMMANUEL
“E orai para que a vossa fuga não
aconteça no inverno, nem no sábado.”
- Jesus. (MATEUS, 24:20.)
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A permanência nos cÃrculos mais baixos da natureza institui para a alma um segundo modo de ser, em que a viciação se faz obsidente e imperiosa.
Para que alguém se retire de semelhantes charcos do espÃrito é imprescindÃvel que fuja.
Raramente, porém, a vÃtima conseguirá libertar-se, sem a disciplina de si mesma.
Muita vez, é preciso violentar o próprio coração.
Somente assim demandará novos planos.
Justo, pois, recorrer à imagem do Mestre, quando se reportou ao Planeta em geral, salientando as necessidades do indivÃduo.
É conveniente a todo aprendiz a fuga proveitosa da região lodacenta da vida, enquanto não chega o “inverno” ou os derradeiros recursos de tempo, recebidos para o serviço humano.
Cada homem possui, com a existência, uma série de estações e uma relação de dias, estruturadas em precioso cálculo de probabilidades.
Razoável se torna que o trabalhador aproveite a primavera da mocidade, o verão das forças fÃsicas e o outono da reflexão, para a grande viagem do inferior para o superior; entretanto, a maioria aguarda o inverno da velhice ou do sofrimento irremediável na Terra, quando o ensejo de trabalho está findo.
As possibilidades para determinada experiência jazem esgotadas. Não é o fim da vida, mas o termo de preciosa concessão.
E, naturalmente, o servidor descuidado, que deixou para sábado o trabalho que deveria executar na segunda-feira, será obrigado a recapitular a tarefa, sabe Deus quando!
do livro VINHA DE LUZ
psicografado por FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
pelo espÃrito EMMANUEL
“E à ciência, a temperança; à temperança,
a paciência; à paciência, a piedade.”
- (II PEDRO, 1:6.)
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Quem sabe precisa ser sóbrio.
Não vale saber para destruir.
Muita gente, aos primeiros contactos com a fonte do conhecimento, assume atitudes contraditórias.
Impondo idéias, golpeando aqui e acolá, semelhantes expositores do saber nada mais realizam que a perturbação.
É por isso que a ciência, em suas expressões diversas, dá mão forte a conflitos ruinosos ou inúteis em polÃtica, filosofia e religião.
Quase todos os desequilÃbrios do mundo se originam da intemperança naqueles que aprenderam alguma coisa.
Não esqueçamos.
Toda ciência, desde o recanto mais humilde ao mais elevado da Terra, exige ponderação.
O homem do serviço de higiene precisa temperança, a fim de que a sua vassoura não constitua objeto de tropeço, tanto quanto o homem de governo necessita sobriedade no lançamento das leis, para não conturbar o espÃrito da multidão.
E não olvidemos que a temperança, para surtir o êxito desejado, não pode eximir-se à paciência, como a paciência, para bem demonstrar-se, não pode fugir à piedade, que é sempre compreensão e concurso fraternal.
Se algo sabes na vida, não te precipites a ensinar como quem tiraniza, menosprezando conquistas alheias.
Examina as situações caracterÃsticas de cada um e procura, primeiramente, entender o irmão de luta.
Saber não é tudo.
É necessário fazer.
E para bem fazer, homem algum dispensará a calma e a serenidade, imprescindÃveis ao êxito, nem desdenhará a cooperação, que é a companheira dileta do amor.
do livro VINHA DE LUZ
psicografado por FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
pelo espÃrito EMMANUEL
“Jesus, porém, não lho permitiu, mas
disse-lhe: Vai para tua casa, para
os teus e anuncia-lhes quão grandes
coisas o Senhor te fez, e como teve
misericórdia de ti.” (MARCOS, 5:19.)
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Eminentemente expressiva a palavra de Jesus ao endemoninhado que recuperara o equilÃbrio, ao toque de seu divino amor.
Aquele doente que, após a cura, se sentia atormentado de incompreensão, rogava ao Senhor lhe permitisse demorar ao seu lado, para gozar-lhe a sublime companhia.
Jesus, porém, não Iho permite e recomenda-lhe procure os seus, para anunciar-lhe os benefÃcios recebidos.
Quantos discÃpulos copiam a atitude desse doente que se fazia acompanhar por uma legião de gênios perversos!
Olhos abertos à verdade, coração tocado de nova luz, à primeira dificuldade do caminho pretendem fugir ao mundo, famintos de repouso ao lado do Nazareno, esquecendo-se de que o Mestre trabalha sem cessar.
O problema do aprendiz do Cristo não é o de conquistar feriados celestes, mas de atender aos serviços ativos, a que foi convocado, em qualquer lugar, situação, idade e tempo.
Se recebeste a luz do Senhor, meu amigo, vai servir ao Mestre junto dos teus, dos que se prendem à tua caminhada.
Se não possuis a famÃlia direta, possuis a indireta.
Se não contas parentela, tens vizinhos e companheiros.
Anuncia os benefÃcios do Salvador, exibindo a própria cura.
Quem demonstra a renovação de si mesmo, em Cristo, habilita-se a cooperar na renovação espiritual dos outros.
Quanto ao bem-estar próprio, serás chamado a ele, no momento oportuno.
do livro VINHA DE LUZ
psicografado por FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
pelo espÃrito EMMANUEL
“E a caridade é esta: que andemos segundo
os seus mandamentos. Este é o
mandamento, como já desde o principio
ouvistes; que andeis nele.” - João. (II JOÃO, 6.)
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Em todos os lugares e situações da vida, a caridade será sempre a fonte divina das bênçãos do Senhor.
Quem dá o pão ao faminto e água ao sedento, remédio ao enfermo e luz ao ignorante, está colaborando na edificação do Reino Divino, em qualquer setor da existência ou da fé religiosa a que foi chamado.
A voz compassiva e fraternal que ilumina o espÃrito é irmã das mãos que alimentam o corpo.
Assistência, medicação e ensinamento constituem modalidades santas da caridade generosa que executa os programas do bem.
São vestiduras diferentes de uma virtude única.
Conjugam-se e completam-se num todo nobre e digno.
Ninguém pode assistir a outrem, com eficiência, se não procurou a edificação de si mesmo; ninguém medicará, com proveito, se não adquiriu o espÃrito de boa-vontade para com os que necessitam, e ninguém ensinará, com segurança, se não possui a seu favor os atos de amor ao próximo, no que se refira à compreensão e ao auxÃlio fraternais.
Em razão disso, as menores manifestações de caridade, nascidas da sincera disposição de servir com Jesus, são atividades sagradas e indiscutÃveis.
Em todos os lugares, serão sempre sublimes luzes da fraternidade, disseminando alegria, esperança, gratidão, conforto e intercessões benditas.
Antes, porém, da caridade que se manifesta exteriormente nos variados setores da vida, pratiquemos a caridade essencial, sem o que não poderemos efetuar a edificação e a redenção de nós mesmos.
Trata-se da caridade de pensarmos, falarmos e agirmos, segundo os ensinamentos do Divino Mestre, no Evangelho.
É a caridade de vivermos verdadeiramente nEle para que Ele viva em nós.
Sem esta, poderemos levar a efeito grandes serviços externos, alcançar intercessões valiosas, em nosso benefÃcio, espalhar notáveis obras de pedra, mas, dentro de nós mesmos, nos instantes de supremo testemunho na fé, estaremos vazios e desolados, na condição de mendigos de luz.
do livro VINHA DE LUZ
psicografado por FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
pelo espÃrito EMMANUEL
“Nisto conhecemos o espÃrito da verdade
e o espÃrito do erro.” (I JOÃO, 4:6.)
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Quando sabemos conservar a ligação com a Paz Divina, apesar de todas as perturbações humanas, perdoando quantas vezes forem necessárias ao companheiro que nos magoa; esquecendo o mal para construir o bem; amparando com sinceridade aos que nos aborrecem; cooperando espiritualmente, através da ação e da oração, a benefÃcio dos que nos perseguem e caluniam; olvidando nossos desejos particulares para servirmos em favor de todos; guardando a fé no Supremo Poder como luz inapagável no coração; perseverando na bondade construtiva, embora mil golpes da maldade nos assediem; negando a nós mesmos para que a bênção divina resplandeça em torno de nossos passos; carregando nossas dificuldades como dádivas celestes; recebendo adversários por instrutores; bendizendo as lutas que nos aperfeiçoam a alma, à frente da Esfera Maior; convertendo a experiência terrena em celeiros de alegrias para a Eternidade; descortinando ensejos de servir em toda parte; compreendendo e auxiliando sempre, sem a preocupação de sermos entendidos e ajudados; amando os nossos semelhantes qual temos sido amados pelo Senhor, sem expectativa de recompensa; então, conheceremos o espÃrito da verdade em nós, iluminando-nos a estrada para a redenção divina.